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Metrô em alta na Barra
Data: 11/2/2011
Fonte: O Globo
Autor: Selma Schmidt

O governo do estado bateu o martelo: a Linha 4 do metrô, ligando a Barra da Tijuca à Zona Sul, terá uma ponte estaiada (suspensa por cabos), em concreto e aço, que sairá da Pedra do Focinho do Cavalo e passará sobre a Lagoa da Tijuca, seguindo em direção à estação Jardim Oceânico. O secretário de Transportes em exercício, Sebastião Rodrigues Pinto Filho, informou que o projeto da ponte ― com 275 metros de extensão ― é o que foi noticiado pela coluna Gente Boa, do GLOBO, no último dia 3.

Em São Conrado, também há novidades: a rocha será aproveitada como elemento de decoração da estação do metrô, que terá dois acessos - um deles colado à subida para a Rocinha e o segundo do outro lado da Autoestrada Lagoa-Barra, próximo a uma concessionária de veículos. Para facilitar o acesso dos moradores da favela ao metrô, o secretário estadual de Obras e vice-governador, Luiz Fernando Pezão, confirmou estar em estudo a implantação de um teleférico, semelhante ao que foi feito no Complexo do Alemão. A intenção é que a obra seja incluída na segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

Há ainda propostas que foram feitas à prefeitura e que constam de um vídeo produzido pelo estado. Uma delas prevê a demolição das atuais pontes de acesso e saída da Barrinha e do Itanhangá. Seria construída uma nova estrutura sobre a Lagoa da Tijuca, com duas pistas, mais elevadas do que as atuais, de modo a permitir a circulação de barcos. Outra ideia é a reurbanização do trecho ocupado pelo canteiro de obras da Linha 4 e por invasões, às margens da Lagoa da Tijuca, que poderia ganhar até uma marina.

― Essas obras não poderiam fazer parte da Linha 4, mas apresentamos à prefeitura como sugestão. Elas foram bem recebidas, mas cabe ao município executá-las ― contou o engenheiro Bento Lima, responsável pela construção da Linha 4.

Em São Conrado, 56 desapropriações

De acordo com o engenheiro, numa primeira avaliação, para a construção da estação de São Conrado serão necessárias 56 desapropriações na encosta próxima à Estrada da Gávea (que corta a Rocinha). As primeiras 20 foram relacionadas em decreto do governador Sérgio Cabral, que tornou os imóveis de utilidade pública para fins de desapropriação.

― Estão previstos mais dois decretos para São Conrado. Todos os imóveis são terrenos. Os que têm construções foram invadidos e vamos negociar com os invasores ― explicou Bento Lima.

O canteiro de obras de São Conrado está sendo instalado. E o túnel deve começar a ser perfurado em 45 dias, marcando o início de uma nova frente, que se somará à da Barra da Tijuca.

―Vamos ter uma estação em São Conrado com dois acessos, o que era um pleito nosso ― afirmou o presidente da Associação de Moradores de São Conrado (Amasco), José Britz, que tomou conhecimento do detalhamento do projeto da Linha 4 durante evento, esta semana, no Hotel Intercontinental, do qual participaram representantes da Secretaria estadual de Transportes, da Rio Trilhos e do consórcio Rio Barra (construtor).

Já na Barra da Tijuca, para a construção de um dos dois acessos à estação do Jardim Oceânico, o Diário Oficial de ontem publicou um decreto do governador tornando de utilidade pública para fins de desapropriação quatro imóveis. Todos ficam na Avenida Armando Lombardi, sendo três no número 601: lojas A, B e C. Atualmente, apenas a loja A está sendo utilizada como um restaurante ― as demais estão vazias. O outro imóvel é um terreno.

― Do outro lado da Avenida Armando Lombardi também poderão ser necessárias algumas desapropriações, para implantar um segundo acesso à estação do Jardim Oceânico. Mas elas serão poucas. Até agora, só retiramos 25 casas de invasores de terreno público, para instalar o canteiro da Barra ― disse o engenheiro Bento Lima. ― Além dos terrenos em São Conrado, não serão necessárias outras desapropriações para perfurar os túneis até a Gávea.

Quanto ao trecho entre a Gávea e Ipanema, o secretário de Transportes em exercício esclareceu que o traçado ainda está sendo estudado por técnicos da Fundação Getúlio Vargas:

― Mas nossa intenção é que haja o menor impacto possível em termos de desapropriações.

Ele confirmou o prazo de dezembro de 2015 para a conclusão da Linha 4 e a tarifa de R$2,80 entre a Barra e a Pavuna.

 

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