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Leitores relatam o caos no trânsito provocado por culto religioso no Rio
Data: 21/04/2010
Fonte: Globo online
Autor: Leitores

Um culto religioso na Enseada de Botafogo deu um nó no trânsito do Rio nesta quarta-feira e levou os leitores do site do GLOBO a enviarem diversas fotos e relatos dos transtornos causados pelo evento.


Eduardo Vimercati:
Evento evangélico em Botafogo, vai ser um caos o trânsito, ok. Mas e daí quando se é esperado um total demais de 1.500 ônibus e há apenas três reboques para remover os coletivos estacionados em locais proibidos? O Aterro do Flamengo, que era para ser uma área de lazer público no feriado, vira estacionamento de ônibus.

A cidade prova mais uma vez que não possui a menor estrutura para a realização de eventos deste porte. Não é nem possível culpar os poucos agentes da Guarda Municipal ou da CET-Rio, uma vez que eles ficam completamente impotentes perante tamanho caos. É preciso colocar mais agentes para controlar e organizar a zona.




Claudio Romero Guedes Cavalcanti Junior:
O contribuinte carioca que mora na Zona Sul foi obrigado a ficar em casa durante o feriado para que os seguidores de uma religião pudessem se reunir para um culto. Imagina se todas as outras religiões fizessem isso? O que mais revolta é ter o direito de ir e vir cerceado com autorização da Prefeitura. Senhor Eduardo Paes, acorda! Está certo que é ano eleitoral, mas por favor, eventos deste porte não pode fechar as artérias viárias da cidade. Por que não foi autorizado no Riocentro, ou Autódromo, ou Maracanã? Tem que estragar o feriado do carioca?


Paulo Andre Pinheiro de Lima:
O culto da Igreja Universal - que aconteceu das 15h às 19h desta quarta-feira na Enseada de Botafogo - provocou um nó no trânsito da cidade. O caos foi instalado como sempre que acontecem eventos como esse, com dezenas de ônibus estacionados em cima das calçadas, impossibilitando o transito de pedestres, cadeirantes e carrinhos de bebês. As pessoas são obrigadas a caminhar pela rua e os motoristas dos ônibus irregularmente estacionados urinavam livremente nas calçadas. Flanelinhas loteavam locais para estacionamento de carros menores. Não havia sinal de Guarda Municipal ou PM para organizar a bagunça.


Eugenio Costa:
É um absurdo a prefeitura liberar a cidade para estes eventos e não se preocupar com o impacto na cidade.


Simone Soares Almeida Tavares:
Devido ao evento religioso que está acontecendo nesta quarta feira, 21 de abril, na Praia de Botafogo, as ruas têm seu trânsito prejudicado. Mais de 80 ônibus de turismo trazendo pessoas de fora para o evento já passaram pelo bairro entre 12h e 16h30, impossibilitando moradores de sair de casa.


Mulla Milena:
Estou muito revoltada pela falta de competência de alguns que não fizeram nada pelo trânsito mesmo sabendo que esse inferno poderia acontecer. Em pleno feriado, estou presa em casa, pois tem ônibus estacionados em toda Rua Voluntários da Pátria até o Humaitá, onde moro. Não consegui tirar o carro da garagem e ainda fui ameaçada por um irmão quando ele me viu reclamar do caos que se tornou a Zona Sul. Agora me diz: por que o Aterro não foi liberado para esses ônibus? Cadê a prefeitura que nada está fazendo? Como será a volta desses ônibus quando o evento acabar? Até que horas ficarei presa em casa?


Miguel Bahury:
Inadmissível, inconsequente e intolerável o caos do trânsito em Botafogo e em toda a Zona Sul por causa da leniência da prefeitura em liberar a Praia de Botafogo para um culto religioso. Ficamos ilhados em nossas próprias casas e quem estava fora não conseguia retornar. E não é a primeira vez que tal atitude irresponsável ocorre.


Marcelo Gruman:
Hoje, dia 21 de abril de 2010, por volta das 16h, tentei voltar para casa com minha esposa e filho de 10 meses. Por conta das centenas de ônibus vindos de todos os bairros da cidade e municípios vizinhos para participação no evento evangélico da Enseada de Botafogo, a Rua Voluntários da Pátria, bem como a Rua Humaitá, simplesmente pararam. Carros e ônibus parados por horas. Fui obrigado a voltar a pé do Humaitá a Laranjeiras com meu filho de 10 meses no colo.

Pergunto: houve planejamento da CET-Rio e dos outros órgãos responsáveis? Se sim, são incompetentes. Se não, devem ser todos exonerados por justa causa uma vez que são pagos (e muito bem pagos, sabemos nós) para isso. Pagamos nossos impostos em dia e, portanto, merecemos tratamento à altura por parte daqueles a quem delegamos a autoridade pública. Devem-nos explicações razoáveis, porque pagos com o nosso dinheiro. Trabalham para nós, contribuintes.

Todos os grupos sociais têm direito a manifestações em espaços públicos, porém o direito deles termina onde começa o meu direito de indivíduo. A má organização do evento rompeu com essa premissa, usurparam o meu direito. Minha liberdade de ir e vir não pode ser cerceada em prol da liberdade alheia.


Marcio Augusto Lacerda:
Sou morador da Praia do Flamengo, pago um dos mais altos IPTUs da cidade (e sei que mais de 65% dos moradores do Rio são isentos), mas não aguento mais os eventos que são realizados aqui (corridas rústicas, caminhadas etc), principalmente porque restringem o nosso direito de ir e vir (sair da minha casa), de dormir, de não ser incomodado por um DJ berrando às 7h da manhã. Porém, o que ocorreu hoje, 21 de abril, feriado nacional, transcende o absurdo. Além do nó no trânsito, o Aterro foi invadido por mais de 1.500 ônibus, que fecharam as pistas habitualmente abertas ao lazer, afugentando todos aqueles que o desfrutam. A Guarda Municipal, omissa como sempre, provavelmente está respeitando o feriado. Por que o prefeito não autoriza estes eventos na porta da casa dele?


Tereza Cristina Correia Ferraz:
Como pode alguém que é eleito ter o poder de cercear o direito constituído de ir e vir do contribuinte? Será que isto poderia ser perguntado ao prefeito da cidade do Rio de Janeiro? Será que aproveitando o ensejo poderia este mesmo prefeito informar o porque de sua brilhante autorização para realização de evento com som onde as pessoas não podem nem conversar em seus lares e ficaram impedidas de se locomover por causa dos ônibus velhos que, seguindo o choque de desordem da prefeitura, pararam ao longo das vias de trânsito de toda a orla de Botafogo e do Flamengo.


Edson Moreira:
Estou neste momento em Botafogo e presenciei todos os carros na Rua Paulino Fernandes darem meia volta e sair da rua na contramão. O guarda municipal só apareceu quando o nó no cruzamento com a Prof. Álvaro Rodrigues já estava feito. Desde a manhã o trânsito está um caos. Os motoristas desinformados ou revoltados contribuem para piorar a situação, não parando de buzinar. O que era para ser um feriado de sol tranquilo transformou-se num inferno. É surpreendente observar que a prefeitura tenha permitido que tantos ônibus estacionassem nas ruas estreitas de Botafogo, inclusive em trechos movimentados, como a Mena Barreto. Nota zero para esse vexame da prefeitura.


Eneida Pinheiro Barbosa:
Levei uma hora e trinta minutos num trajeto que não levaria mais que 20 minutos, e só descobri o que estava acontecendo quando já estava no meio do caos. Vi ônibus estacionados da Urca até o Sambódromo. Em Botafogo, na Rua Visconde de Silva, tem ônibus estacionado nos dois lados da pista, afunilando a passagem para apenas um carro por vez.

E não se vê um guarda, nem um policial!

A Zona Sul do Rio hoje, feriado, dia de sair e passear com a família, se transformou num caos, completamente parada. Parada mesmo, os carros não saem do lugar. Como pode a prefeitura autorizar um evento na Praia de Botafogo de um milhão de pessoas? Que insanidade é esta? Cadê o choque de ordem, Sr. Eduardo Paes?


Sonia Azevedo Rodrigues:
Moro em Botafogo há 55 anos e nunca via nada igual. E o nosso direito de ir e vir? São Clemente sem transporte. Pessoas aguardam nos pontos. Da minha janela vejo uns cinco ônibus fretados parados, pelo menos. Como um prefeito permite um evento desse porte em Botafogo? Mais de um milhão de pessoas. Nem em Botafogo nem em nenhum bairro. Deveria ser no RioCentro ou um local que não prejudicasse as pessoas. Socorro, estamos sitiados em nossas próprias casas.


Giovanni Finetti:
Várias linhas de ônibus estão deixando a população sem transporte, já que fretaram seus ônibus para transportar apenas os participantes de um evento religioso. Como concessionária de serviços públicos não poderiam se recusar a pegar passageiros. O sobrinho da minha esposa esperou mais de uma hora e meia para conseguir um ônibus que lhe abrisse a porta.


Sonia Gusmão:
É um abusurdo que a prefeitura tenha liberado este tipo de evento na Praia de Botafogo. Se o prefeito não sabe, o bairro de Botafogo é passagem para diversos bairros da Zona Sul e Centro da cidade. Será que liberou por que é um ano de eleição?

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