ATAS DAS REUNIÕES
« voltar
09/11/2010 - Ata da Reunião Ordinária da AMAB

      Aos nove dias novembro de 2010, às vinte horas, em sua sede provisória no Colégio Santo Inácio, situado à Rua São Clemente, 226, em Botafogo, teve início a Reunião Ordinária da Associação de Moradores e Amigos de Botafogo - AMAB, presidida por sua Presidente, Regina Lucia Chiaradia, e secretariada pela Conselheira Fiscal, Elisa Fontes.

A presidente Regina Chiaradia, fez as apresentações a duas pessoas que nos visitavam pela primeira vez, eram a Gilka moradora da Rua São Manuel, que reclamava, inclusive trazendo fotos, de duas Kombis que compram ferro velho e fazem seus anúncios no alto falante na porta de seu edifício e que por esse motivo ninguém mais dorme quando as referidas Kombis passavam, que não há horário, nem dia, inclusive aos sábados, do dono das referidas Kombis apregoarem em alto e bom som suas intenções de comprarem ferro velho. A moradores informou que já havia pedido aos donos que mantivessem ao menos o som mais baixo, mas que foi em vão. Questionou a Regina se adiantaria fazer um registro na Delegacia, por perturbação da ordem, silêncio e afins e foi aconselhada pela Regina que não valeria a pena, pois vender ferro velho não é considerado crime. Regina colocou ainda que isso seria um caso para a Prefeitura, o Choque de Ordem, a CET-RIO e que com as fotos ela iria direcionar a denúncia ao Administrador Regional de Botafogo, Rodrigo Pian, pois esperava que ele pudesse acioná-los através da placa, registrada foto. O associado Sergio Bahia disse que na rua onde ele mora existe uma construtora que exorbita no barulho da obra, mas que ele tem uma boa relação com a subprefeitura e vai pedir ajuda. Regina informou que a lei municipal de Poluição Sonora legisla sobre pregão, ou seja, exatamente o que está acontecendo com a moradora Gilka. Regina apresentou a Andreia, moradora da Rua São Clemente nº 10, que estava ali na reunião para denunciar a cobrança de laudêmio por uma família particular (que não era os Silva Porto) em sua casa, em nome de dois escritórios de advocacia com endereçoa de cobrança no Leblon e Copacabana, com horário e prazo marcados para o pagamento e repleto de ameaça. Regina então orientou-a a não pagar, posto que com certeza era fraudulento, assim como aconteceu com a subenfiteuse Silva Porto, cuja ação corre nos anais da Justiça do Rio de Janeiro há mais de doze anos, e que a AMAB foi detentora favorável da sentença da juíza, mas que como cabia recursom os subenfiteutas recorreram, num ato de total desvario, visto que provou-se ser uma fraude a enfiteuse. Lembrou que tudo isso acontece, pois lá nos primórdios do Brasil a terra foi dividida em Sesmarias. A moradora disse que sua mãe, também moradora de um apartamento no mesmo local, recebeu as ditas cobranças e pagou uma ou duas vezes, mas que depois não pagou mais, e a Regina perguntou: o que aconteceu? E aí ela disse: Ela deixou de receber as ditas cobranças, fato que veio corroborar mais uma vez o que Regina estava passando e orientando, que ela não fizesse pagamento algum. E salientou que estava esperando uma moradora que havia recebido uma cobrança de foro feita pela Prefeitura. E que já estava sabendo que o prefeito Eduardo Paes, sancionara  um decreto visando passar a cobrar um novo foro municipal. Regina novamente colocou que o embate seria grande, posto que os moradores que estavam sob a ação dos Silva Porto, também eram foreiros ao Município. Neste momento o associado Sergio Bahia solicitou a palavra para falar de seu projeto “Da rua a Cidade”, que o projeto tinha e tem a finalidade de aproximar os moradores do bairro, começando por um pedaço da rua, ou um pequeno trecho do quarteirão, que vai montar um passo a passo, para que os “soldadinhos de Brancaleone” tenham como nortear o dito projeto. Que seria o resgate da cidadania, da comunidade como um todo envolvendo o que seria de competência do poder público municipal e, o do munícipe enquanto cidadão. Falou que percebeu isto quando do movimento em torno da Estação São João do Metrô, que quando alguma coisa diz respeito a uma parcela grande de uma localidade, ela é participativa, ela percebe que a união ainda é o melhor caminho para a solução do entorno em que vivem. Disse ainda que embora esteja meio que esquecida a estação São João, não foi abandonada, e que retomará as negociações com a concessionária e o Shopping Rio Sul. O Vice-presidente, João Carlos Teixeira Soares falou sobre o movimento pela construção e trajeto da Linha 4 do Metrô. Que a carta que seria enviada ao governador Sergio Cabral, embora estivesse pronta e assinada por várias Associações de Moradores não foi entregue, posto haver uma corrente ter achado que a mesma estava muito enfática, muito rigorosa e resolveram fazer outra mais amena, que também já estava assinada e esperando a decisão de como seria entregue, se pessoalmente (se o governador recebesse a comissão) ou se através da imprensa via Ministério Público. Que os técnicos do Metrô são favoráveis ao movimento das Associações. A Conselheira Fiscal, Elisa Fontes, participou que na rua dela, Assunção, já estão se movimentando em torno do projeto do Sergio, que houve uma reunião com os síndicos de vários prédios e que a manifestação solidária e cidadã está muito forte.

E como mais nenhum assunto foi tratado, a reunião foi dada como encerrada, às 22 horas, cuja presente ata segue por mim, Elisa Fontes, Conselheira Fiscal, lavrada e assinada, juntamente com a Presidente, Regina Chiaradia.

Elisa Fontes
Conselheira Fiscal
Regina Chiaradia
Presidente
 
« voltar  |  X topo
 
  AMAB 2017 - Todos os direitos reservados Web Design: Renato Faria