ATAS DAS REUNIÕES
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14/09/2010 - Ata da Reunião Ordinária da AMAB

      Aos quatorze dias do mês de setembro de dois mil e dez, às vinte horas, em sua sede provisória no Colégio Santo Inácio, situado à Rua São Clemente, 226, em Botafogo, teve início a Reunião Ordinária da Associação de Moradores e Amigos de Botafogo - AMAB.

O Diretor de Finanças, César Nordi participou a todos que a presidente Regina Chiaradia estava em viagem ao Rio Grande do Sul acompanhando seu marido, mas que na próxima reunião já estaria ocupando seu lugar, e passou a palavra para o Vice-Presidente João Carlos Teixeira Soares para que presidisse a mesma que foi secretariada pela Conselheira Fiscal, Elisa Fontes.

O vice-presidente João Carlos Teixeira Soares falou sobre as reuniões sobre a Linha 4 do Metrô, que haviam acontecido como marcadas, na Gávea e depois no Humaitá. Que ficou acertado o teor da carta a ser entregue ao governador Sergio Cabral, cujo conteúdo foi divulgado para os associados da AMAB com a condição de que não houvesse vazamento para a imprensa, pois se ele se recusasse a receber a comissão, a mesma faria a entrega por meio de carta aberta nos jornais ou por meio de reportagem, onde se colocaria a negativa do governo em recebê-la. Que essa carta-documento iria ser assinada na quinta-feira, dia 09, no Clube Monte Líbano, por todos os presidentes das Associações de Moradores participantes da querela, mas que não sabia se a mesma havia sido assinada. Colocou que esteve em São Paulo e que viu que a cidade está melhor aparelhada, mais conservada do que o Rio de Janeiro, que a infraestrutura das rodovias e o trânsito estão muito organizados, muito embora o pedágio seja caro, que no Centro de São Paulo não viu ruas com buracos. César Nordi interferiu dizendo que onde os filhos dele moram, as ruas são cheias de buracos e sujas, e que provavelmente ele havia ido à parte rica da cidade, onde as pessoas vivem apenas para si mesmas. João continuou falando que em Santa Catarina, em Balneário Camboriú, a cidade não tem infraestrutura e que provavelmente falta ali um Plano Diretor. O associado Sergio Bahia falou que o Rio de Janeiro desde 1992 tem Plano Diretor, mas que a sua revisão já deveria ter sido feita desde 2002, mas não houve vontade política dos prefeitos. Participou que esteve na Câmara em uma reunião sobre o Plano Diretor, onde o Poder Público municipal não deixou claro o teor da atualização do Plano.  Disse que, pelas intervenções do público na reunião, está claro o pouco conhecimento que a população tem sobre a competência do Plano Diretor. Que a proposta de atualização do Plano Diretor que aí está é uma colcha de retalhos, que não havia nada amarrado. Informou sobre o recente movimento coordenado pela ex-Procuradora Geral do Município, Sonia Rabello, e mais um grupo de urbanistas, em fazer uma discussão mais ampliada, questionando na justiça este processo do qual a população não participou. Que seria necessário que todos os associados dessem autorização à AMAB para que ela pudesse subscrever a ação judicial no Tribunal de Justiça. Por unanimidade foi decidido que a AMAB faria parte da ação judicial. Sergio Bahia disse ainda que o Jornal O Globo, em suas reportagens sobre o Plano Diretor, divulgou algumas propostas risíveis. Sergio Bahia também discorreu sobre a Estação São João do Metrô. Disse que José Gustavo, presidente da concessionária METRÔ RIO, em reunião promovida pela AMAB em agosto de 2009, manifestou interesse na conclusão da dita estação, posto ser uma estação rentável, mas que a prioridade  era a Estação de Ipanema, a Linha 1A e a Estação Cidade Nova. Considerando a proximidade da inauguração da Estação Cidade Nova, divulgada pelo jornal O Globo no último dia 6, Sergio Bahia informou que, em nome da AMAB, enviou e-mail à presidência da METRÔ RIO solicitando informações sobre a Estação São João e até aquele momento não havia obtido resposta. Disse ainda que a Linha 1 original seria um anel, que as outras cortariam a mesma, ressalvando que a Estação São João seria a interseção entre as Linhas 1 e 4 e que seu acesso seria pela Rua Álvaro Ramos. Numa conversa informal, o vice-presidente João Carlos falou sobre o sistema de educação na Alemanha, que oportunizava Educação para todos, já que era feita em níveis, era uma escola operária/aprendiz. A conselheira fiscal Elisa Fontes neste momento apartou e disse que esse seria o modelo para a Educação no Brasil, a escola técnica e a escola aprendiz, que esse seria o grande gancho para a Educação.  Sergio Bahia e João Carlos colocaram que com a reunião do Metrô, eles viram acender uma luz de civismo, cidadania e coletividade nas pessoas envolvidas em prol de um bem comum. A associada Dayse Lazzarine fez um aparte e disse que levou uma vizinha que se acidentou à UPA e que lá disseram não ter RX e que era melhor que ela fosse para o Miguel Couto. Insatisfeita com a resposta dirigiu-se ao à emergência do hospital Rocha Maia, onde encontrou a unidade cheia e as atendentes orientando que fossem para o hospital Miguel Couto, pois só havia um médico e ele já estava estressado, que o hospital tinha uma sala de RX bonita, mas que não funcionava. Pediu para falar com o diretor e soube que ele também não estava, pediu então que a secretária trouxesse o livro de ocorrência, pois ela iria relatar o ocorrido e a dita senhora trouxe um pedaço de papel para que ela fizesse o relato do ocorrido. Dirigiu-se então ao tal médico que disse estar cansado e cheio de trabalho, e que este disse ter em sua família um juiz, ou seja, não tinha medo das consequências do mau atendimento. Dayse acabou levando a vizinha para um hospital particular.

E como mais nenhum assunto foi tratado, a reunião foi dada como encerrada, às 21 horas e 50 minutos, cujo presente ata segue por mim, Elisa Fontes, Conselheira Fiscal, lavrada e assinada, juntamente com o Vice Presidente, João Carlos Teixeira Soares.

Elisa Fontes
Conselheira Fiscal
João Carlos Teixeira Soares
Vice Presidente
 
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