ATAS DAS REUNIÕES
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02/06/2009 - Ata da Reunião Ordinária da AMAB

      Aos dois dias do mês de junho de 2009, às vinte horas e trinta minutos, em sua sede provisória no Colégio Santo Inácio, situado à Rua São Clemente, 226, em Botafogo, teve início a Reunião Ordinária da Associação de Moradores e Amigos de Botafogo-AMAB, presidida pela Presidente Regina Chiaradia e secretariada pelo 1° Secretário, Alcyr Nordi. Inicialmente a Presidente abriu a reunião passando a palavra para o Diretor de Finanças, César Nordi, que solicitou a palavra para fazer alguns informes:

a) Horário de término das reuniões da AMAB: recebeu reclamação do Colégio Santo Inácio sobre o término da última reunião que teria se estendido até 22:30h, fato que prejudica o fechamento das atividades diárias do Colégio que se enceram às 22 horas.  A recomendação é para que o término seja, no máximo, às 22 horas;

b) Caminhada Ecológica no Morro da Babilônia: será neste Domingo, dia 07/06/09, saída do Redondo (Praça General Leandro) às 9 horas. 

Retomando a palavra, a Presidente deu os seguintes informes:

a) Processo Eleitoral: na última quarta-feira, dia 27, foi entregue o “Regulamento do Processo Eleitoral – Biênio 2009/2011, aos candidatos que pretendem concorrer as eleições da AMAB.  No dia 08/06/09, das 19 às 19:30h, no sagão do Colégio Santo Inácio, será a entrega da inscrição das chapas.  O edital de convocação para as eleições foi publicado no jornal “O Povo”, de 23/05/09;

b) 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública: foi realizada na nos dias 27, 28 e 29/05/09, no Hotel Guanabara na Presidente Vargas, para se discutir a situação da Segurança Pública em todo o território nacional.  Foram formados diferentes grupos de trabalho para discutirem os temas referentes ao assunto.  A AMAB escolheu o grupo “Prevenção social do crime e das violências e construção da cultura da paz”. Achou o trabalho muito interessante cujo objetivo era estabelecer diretrizes e princípios da segurança pública.  Explanou o trabalho com detalhes, destacando que os grupos de trabalhos eram formados na maioria de jovens pertencentes a ONG`s.  Eram 980 pessoas, a maior parte delas muito fechadas em seus argumentos.. Em alguns casos chegaram a hostilizar os mais idosos, prejudicando em muito o andamento dos trabalhos. Na Conferência, Regina destacou as vantagens  do policiamento comunitário.  O problema do menor de rua foi um dos mais debatidos, pois as ONG`s defendiam o direito dos menores ficarem nas ruas. Disse que há projeto para armar a Guarda Municipal No seu entender, isso é desnecessário, pois já temos polícias armadas.  Regina defendeu que os investimentos em segurança devem passar pela área da educação. O associado João Carlos solicitou a palavra para fazer um aparte nesse assunto e afirmou que todas essas mazelas continuam a ser fruto da falta de investimentos em educação. Contou uma experiência vivida em sua própria família quando seu pai fazendeiro construiu uma escola em sua propriedade e foi advertido pelos demais fazendeiros da região de que ele não deveria “educar” aquelas pessoas pois elas ficariam muito espertas e começariam e exigir muitos direitos.  João concluiu que os políticos de hoje pensam da mesma forma. Neste ponto o associado Sílvio também solicitou a palavra para dizer que não eram só os políticos que pensavam assim, que a diretoria de AMAB também pensava dessa forma, pois em suas reunião nunca tratava do tema educação. Pelo seu ponto de vista, a Associação deveria ir para as ruas, com faixas e cartazes para chamar a atenção das autoridades e da população sobre a questão.  A Presidente retomou a palavra dizendo que a  AMAB debate todos os problemas do bairro com a população, desde que os temas sejam trazidos às reuniões. No caso da educação, como nenhum associado ou morador tem comparecido para discutir o tema é por esse motivo que ele não tem constado das atas. Falou também do pouco engajamento da população, haja vista o baixo número de participantes nas reuniões, como a de hoje.  Lembrou que nem ele, Sílvio, participa dos movimentos de rua da Associação mas está sempre disposto a criticar a direção da AMAB. Lembrou também as baixíssimas freqüências das reuniões mensais no Batalhão da Polícia Militar na Rua. São. Clemente, para tratar da segurança do bairro, assunto que todos reclamam mas pouco comparecem às reuniões.  O 1º Secretário, Alcyr Nordi, também pediu a palavra. Durante sua fala o Secretário foi várias vezes interrompido pelo Sr. Sílvio, surgindo daí uma discussão acalorada entre os dois, decidindo o Sr. Silvo em abandonar a reunião.  A seguir, solicitou a palavra o Associado André que disse que achava que a AMAB deveria atuar mais junto à população e procurar os problemas para resolvê-los. Citou um caso acontecido com ele no Colégio Costa e Silva e que não conseguiu apoio para solucioná-lo.  Regina voltou a explicar as funções da AMAB na área educacional. Sempre que a Associação foi procurada, ela atuou. Que a AMAB continuará a atuar sempre que solicitada, mas que não irá a procura dos problemas. O associado André disse não saber das reuniões mensais sobre segurança.  O associado Licínio lembrou que existe um conceito errado de que as Associações de Moradores têm que resolver os problemas de toda a população, como se fosse um braço de uma repartição pública especializada em todas as áreas.  Entende que o jeito é cada um trazer e discutir o seu problema.  Exemplo: a escola do filho não está boa ou tem algum problema localizado, trazer o assunto para a Associação ou pressionar a escola junto com outros pais interessados para resolver a situação.  A diretora Social e Cultural Cacilda dos Santos falou sobre o caso da Saúde: que não vê nenhum usuário da saúde participar das reuniões mensais do Grupo P-2.1, que se realizam mensalmente no Instituto Filippe Pinel.  Nos dias em que há uma festa, tem cocktails, etc, a reunião fica cheia.  Depois, não vai mais ninguém.  Corroborando com o pensamento da Regina e do Sr. Licínio, citou o caso do Morro Dona Marta que consegue resolver os seus problemas diretamente.  Citou que abriu um setor clínico para tratamento de pescoço e cabeça que vinha fazendo muito bom trabalho.  Porém, como o contrato acabou e ele não foi renovado, ficaram 14 pacientes sem completarem o tratamento adequado, sendo re-locados para outros setores.  Lembrou que o Sr. Sílvio foi convidado por ela para participar na P-2.1.  Ele respondeu que participaria e que iria trazer muita gente para o grupo e para a AMAB.  Mas ele nem apareceu no grupo P-2.1 e nem trouxe gente para a AMAB.  O associado André se interessou em participar do grupo “Escola Comunidade”.

d) Terrenos em Botafogo: Estão totalmente abandonados pelas autoridades, dando a entender que elas querem que a própria população deseje a sua venda. A AMAB não quer a venda de alguns deles, já tendo enviado para a Câmara dos Vereadores um trabalho no qual cita os terrenos que devem ser preservados, inclusive um deles para a construção da Estação de São João do Metrô. A AMAB esteve na Câmara dos Vereadores discutindo o assunto, tendo já conseguido algumas emendas no Projeto. Lembra que a AMAB não tem partido político.  Ela é dos moradores de Botafogo.  A associada Márcia Mury lembrou que ela já tinha deixado as propostas com a Vereadora Clarisse Garotinho. Regina informou que a Audiência Pública programada para tratar do assunto foi transformada em uma reunião em gabinete fechado e que a votação estava prevista para quinta-feira, dia 04/06/09, a partir das 14 horas. Apela para a presença de todos na Câmara. 

E como mais nenhum assunto foi tratado, a reunião foi dada como encerrada, às 22:00 horas, cuja presente Ata segue por mim, Alcyr Nordi, 1° Secretário, lavrada e assinada, juntamente com a Presidente, Regina Chiaradia.

Alcyr Nordi
1º Secretário
Regina Chiaradia
Presidente
 
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